quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

É possível inovar no swordplay?

 Temos uma proposta inovadora para o swordplay!

Cara, quantas vezes eu já ouvi discursos parecidos com esse? Medir a inovação no swordplay é uma tarefa desafiadora por várias razões...

Primeiro, a definição de inovação no contexto desportivo qualquer inovação válida exige resultados concretos, o que é difícil de medir quando uma “inovação” está em estágio inicial. Seja uma estratégia tática aparentemente radical ou uma melhoria incremental, como prever seu impacto futuro? É literalmente “pagar para ver”.

Segundo, o grau de inovação no desporto pode ser subjetivo. Um líder que conhece diferentes abordagens táticas e estratégias utilizadas por equipes ao redor do mundo pode considerar uma ideia não inovadora, simplesmente porque já a viu em prática em outro lugar.

Terceiro, perceber a inovação no swordplay muitas vezes requer uma mente aberta para mudanças e novas ideias. No entanto, com o tempo, sua eficácia foi comprovada, e outras equipes passaram a adotar elementos dessa abordagem tática. Em bom português brasileiro: você tem que fazer diferente de todo mundo e tem que dar certo.

Quarto, o próprio grupo pode ser o maior entusiasta de suas próprias ideias, o que pode dificultar a avaliação objetiva das estratégias e táticas. Por isso, é crucial buscar feedback dos jogadores, e das pessoas em volta para entender como as inovações estão sendo percebidas e se estão gerando os resultados esperados.

A verdadeira inovação em um time desportivo só pode ser medida ao longo do tempo, com base em resultados tangíveis e na sua aceitação e adoção pela comunidade. Um time de sucesso é aquele que combina ideias inovadoras com uma execução eficaz, talento individual e trabalho em equipe.

Apesar dos obstáculos, a inovação é primordial neste esporte, pois pode levar a técnicas e estratégias que proporcionam vantagens competitivas. Para superar esses desafios, algumas dicas podem ser úteis:

Pensar fora da caixa: Ok, parece jargão de coach de liberalóide, mas escuta um pouquinho... No swordplay, pensar de forma criativa pode levar a novas estratégias e abordagens inovadoras não apenas no campo de batalha, mas na dinâmica do grupo intrapessoal ou extra-pessoal. Além disso, buscar patrocínios ou apoios externos pode ser uma alternativa para obter recursos para treinamento e equipamentos.

Analisar riscos: Assim como em qualquer esporte, a inovação no swordplay envolve riscos. É importante ter um plano de gestão de riscos para minimizar as chances de fracasso e garantir que as novas técnicas ou táticas sejam implementadas com segurança. Normalmente deixar alguém – uma pessoa, grupo ou comissão para cuidar disso enquanto o resto do pessoal executa.

Medir os resultados: Mesmo que o retorno esperado não venha no curto prazo, mensurar e mostrar os resultados em outras áreas. Além do desempenho em combate, a inovação no swordplay pode ser avaliada pela capacidade de atrair novos praticantes e pela reputação do grupo. Mensurar esses resultados pode fornecer insights valiosos sobre o impacto das inovações.

Investir em engajamento: No swordplay, um ambiente de treinamento que valoriza o engajamento dos praticantes e promove uma cultura de colaboração pode ser fundamental para a implementação bem-sucedida de novas técnicas e estratégias.

Incentivar a comunicação: A comunicação eficaz entre os praticantes, coordenadores e líderes de equipe é essencial para garantir que as inovações sejam compreendidas e implementadas de forma eficiente. O feedback constante também pode ajudar a aprimorar as inovações ao longo do tempo.

E, como dica final: ao apresentar uma nova estratégia ou abordagem inovadora para seu time, evite usar demasiadamente a palavra "inovador". Em vez disso, destaque os diferenciais e benefícios da sua proposta, deixando que os outros reconheçam sua inovação por si mesmos.

Samurai sim, santo jamais

 Sempre tive fascínio por artes marciais. Judô quando era moleque, um pouco de karatê na juventude, e, mais recentemente — antes da pandemia...